quinta-feira, 12 de novembro de 2009

The end

É, as coisas vão mudar bastante. Afinal essa foi uma parte bem grandinha da minha vida. Na verdade as coisas já estão mudando demais. E eu me vejo repetidamente incapaz de realizar a principal mudança.
Essa noite eu sonhei que ele me confrontou e disse que era óbvio que eu estava tentando evitar ele. Bem, sempre estive tentando evitar todo mundo, na verdade. E, de novo, eu enrolei por um tempo. Não sei por que estava contando para o meu futuro ex orientador que eu estava deprimida. Eu nem estou... mas enfim, acabei acordando quando iria falar o que realmente vale a pena falar. Aquelas coisas que sempre entalam na minha garganta. E pelo jeito entalam no finalzinho afunilado dos meus sonhos também.
E aquela outra parte do sonho?
Eu estou com inveja... inveja por uma coisa que eu nem quero ter porque sei que agora não vou dar conta de ter. Na verdade nunca dei conta. Mas esse pensamento é só mais uma forma de fugir. Uma desculpa para não ter o que eu quero ter. e o que eu quero ter é simplesmente ser uma pessoa como qualquer outra que eu conheço: capaz de realizar coisas.
Me faltam estratégias ou me falta coragem? Os dois.
Ai que neuroticazinha chata que eu sou!


►No meio dessa bagunça toda deve ter umas coisas cabulosas apodrecendo no fundo.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

É tipo....

Um dia publicaremos um livro de metáforas. Vai se chamar “É Tipo...”.
Como sempre, eu me empolgo com as idéias que tenho e ouço. É tipo... uma explosão em cogumelo.
Aí chega um dia em que outras idéias me ocorrem... é tipo um grito no meio de uma aula que te tira dali e depois não tem mais volta e a aula está perdida.
Hoje eu acordei sem pressa, continuo aqui sem pressa, acho que ainda vou tomar um bom banho sem pressa antes de sair de casa sem pressa. Mas agora grita em minha mente a necessidade de pegar o estágio e fazer ele andar pra frente de novo. Eu perdi o fio da meada e tudo desandou. É tipo a sua tia quando percebe lá pro final do cachecol que deixou uma malha solta na quinta carreira e vai ter que desmanchar e fazer todo de novo.
No semestre que vem vou tentar fazer diferente. Pelo jeito o emprego não vou largar, né... agora que não se sabe se vou continuar com a bolsa ou se já era. Quero então pegar o mínimo de matérias que eu posso e pegar dois estágios (continuar no de neuropsicologia e pegar o estágio da Linx de gestalt-terapia). Mais uma vez, vai ser puxado. Mas acho que não tanto quanto foi esse. E estarei fazendo coisas interessantes. E não teremos tantos feriados em segundas no semestre que vem, e não teremos evento para submeter pôster nem nada, e, bem, ia dizer uma coisa, mas isso eu já deixei de ter há seis meses... só não estava a fim de encarar.
Acho que eu preciso de férias! Principalmente férias de dinheiro... não consigo lidar com ele. Um super sintoma que passa de geração em geração na minha família, aparentemente.
Aaaahh... cansei! Posso largar tudo agora e fingir que o semestre já acabou mesmo?




►É tipo quando você escolheu um sapato não muito confortável e seu pé está te matando antes do meio dia.

sábado, 17 de outubro de 2009

Nada de poesia.

É nessas horas que eu digo o quão enrolada até o pescoço estou, e como a sorte sempre tende a passar a mão na minha cabeça, me tornando assim essa pessoa irresponsável que sou.
Eu podia até ficar horas discursando sobre os mais recentes conflitos em matéria de relacionamentos interpessoais. Podia reclamar do fato de que meu curso passa e eu cada vez menos sei o que fazer dele. Outro tema bem batido é o que me fez abrir o meu blog há poucos minutos: a nostalgia.
Mas agora me vejo confabulando sobre essas coisas que acabei de citar, e não apenas isso. Sabe como é o cérebro humano em seu modelo conexionista, não? É tudo uma rede semântica muito auspiciosa para a associação livre (see what I’m talking about?).
Não não... agora mesmo estava me perguntando por que alguns tipos de tecido têm um cheiro tão característico quando se guarda eles por meses sem tirar do armário... ou por que o sorriso simplesmente vem quando os olhos repousam em certas coisas.
Mas não adianta. Não adianta tentar escrever sobre a poesia das coisas simples da vida. Essa não sou eu. Pelo menos não sou eu agora.
Tem um eco na minha cabeça. Hoje ele resolveu trazer de volta coisas nas quais não penso muito freqüentemente. Deve ter sido eu, aliviada por saber que minha apresentação no evento não será mais na segunda, e sim na quarta, tentando adiar mais ainda essa responsabilidade. Enfim, descobri que não lembro mais de algumas coisas que sei que aconteceram. É como aquela frustraçãoinha que se tem quando as memórias de infância param de vir em primeira pessoa e passam a vir em terceira: eu sei que vivi, eu só não lembro que vivi... é como se não tivesse vivido. Mas enfim, estou viajando aqui. O que ficou marcado mesmo é que ainda guardo as fotos mentais que tirei por aí. Se bem que já faz alguns anos que não tiro nenhuma.
Tenho essa sensação estranha de que tenho me deixado levar pelo vão da vida, sabe? Como se eu tivesse perdido alguma coisa lá atrás naqueles gramados e bancos e ônibus e ruas e quartos e festas entre adolescentes nerds e encontros em shoppings para discutir desenhos animados e músicas em uma língua que eu decorava mas nunca entendi. Falando assim, parece idiotice. Mas eu me sinto tão diferente que às vezes, vai que eu me esqueci de ser alguma coisa que eu prezava muito na época.
Na verdade isso tudo é um movimento de regressão. É o medo por não ter um objetivo. Eu nem nunca fui muito de precisar de objetivos para sentir segurança antes da faculdade e tudo mais. Mas bem, faculdade faz isso com as pessoas. Pelo menos me mostrou que, bem, minha vida não vai ter um ponto de chegada se eu não der a partida... e dar a partida para mim significou simplesmente mergulhar cada vez mais nessas fugas. Trabalho, pesquisa, evento, estágio, psicologia cognitiva, neuropsicologia, psicanálise, psicanálise lacaniana, gestalt terapia, fenomenologia, filosofia grega, gastronomia, terapia, cachorros, roupas, dinheiro, planos de viagem, amigos sim, amigos não, reclamação, reclamação, reclamação... posso ainda ser sorridente, infantil, alegre, tímida, boba, submissa... como sempre fui (e dizer algumas dessas coisas sobre mim mesma na verdade quase dói fisicamente). Mas agora o núcleo de quem eu sou é a preocupação. Me preocupo até em me preocupar demais. Acho que é ansiedade também... o que for. The thing is... eu não gosto tanto assim dessa pessoa que eu sou agora. Já tive melhores!
Sabe... você cansa de suspirar. Meio que sobrecarrega o pulmão, o cérebro, o coração e todo o seu sistema imunológico. Suspirar é na verdade a causa do meu cansaço, e não só um indício de que ele existe.
E é por isso que eu não escrevo. Nada bonito, nada bem planejado, nada que outros irão ler e achar enigmático ou pensar que eu sou intelectual ou culta ou qualquer bobagem dessas. Nada de poesia... Como diria a Phoebe, eu não consigo encontrar nenhuma palavra que rime com aaahhaahAAAHAAAAAAAAHAAAAAAAAAA!


►Sabe a sensação do salgado demais...?

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Home sick.

Passou-se um longo dia. Sem faculdade, sem terapia, sem trabalho, sem estudos. Assassinei tudo por causa da gripe e acabei hanging out no Central Perk com os Friends... Claro que não sem dedicar as ultimas horas desesperadas do dia para colocar alguma coisa no ar naquele PPBLab.

Eu ia... Mas não fui.
E assim nada vai. Tudo fica ou volta.
E eu continuo enquanto nada continua. E todos se cansam, e eu tenho essa beleza de tolerância infinita.
E tudo passa e eu espero.
E eu finjo, o que é mais importante. Porque onde é que eu estaria se não fugisse? Num lugar bem melhor, eu garanto.
Ou quem sabe não.
Mas como ele me disse, e era verdade, assim eu ainda não sou nem faço, nem nada.
Não me admira essa gripe.
Não me admira o silêncio.
E como era de se esperar, a responsabilidade é minha. Nada vai pra frente se eu não empurrar. Newton queria nos dizer alguma coisa com a lei da inércia, não?
E eu ia dizer. Mas não disse.
Hoje eles literalmente comeram uma lágrima minha.
E eu percebi o que ele disse. Que eu ia acabar sendo falsa. Acho que já sou. Finjo amar incondicionalmente enquanto acumulo rancor silenciado.
Isso não pode acabar bem...
Coff coff coff... sniff.
Ai que dorzinha na minha existência!


►Sem falar nas costas, nos músculos da coxa, na cabeça e na garganta!

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Explosivo

O que a gente faz quando fica cansado de alguma atividade? Bem, acho que paramos de fazer o que quer que esteja nos cansando e partimos para outra. Porém, um dos maiores problemas da humanidade particular que habita a minha mente é uma coisa que eu chamo de “nhhhhiaaaaAAAaaaAAAAaAaaAaaAAaa” (bonito nome, eu diria). Cansar de tudo, absolutamente. Até daquela coisa que deveria estar me ajudando a lidar com esse cansaço de tudo. Porque eu não quero mais pensar em futuro, nem em passado, nem em trabalhos, nem em estágio, nem em pôsteres, nem em revisão pra prova dos meninos, nem em dinheiro para pagar meu irmão, nem nos problemas que ainda tenho (e sempre vou ter) com a minha mãe, nem no equivalente ao item anterior para a minha irmã... Repare que no ultimo post baboseei sobre um sonho que tive com minha mãe e minha irmã... sugestivo?
É por isso mesmo que compro roupas novas, DVDs de filmes bonitinhos, escuto aquela sagrada música da Lauryn Hill: Ex-Factor (puta que pariu!). Takes my mind off things...
Tivemos uma daquelas boas conversas de irmão pra irmão (literalmente), e acho que foi a única coisa que realmente gostei nesse fim de semana. Sem ofensa a qualquer pessoa que tenha dividido momentos comigo durante esse fim de semana. Eu apenas não estava completamente lá com vocês.
Amanhã, primeira coisa que vou fazer é tomar vergonha na cara e levantar da cama, tomar um banho e me chutar para fora dessa casa às sete da manhã! Cansei desse negocio de acordar tarde porque fico reativando o soneca... que coisa de frouxo!
Depois vou fazer uma ultimate agenda! Aquela que vou seguir com obsessão. Até semana que vem, coisas estarão prontas e definidas e fodas quem tiver uma opinião contrária sem ter oferecida a devida assistência naquilo em que não era mais que uma obrigação oferecer!
A última coisa em que vou pensar essa semana é no estágio, já que a perspectiva está mais longe agora.
Finalmente a matéria da Andréia começou e agora tem mais uma preocupação de urgência. Mas eu me viro com isso depois que resolver os pôsteres.
E nessa semana eu ME PROIBO de perder com improdutividade.
Mas antes de tudo, é de extrema urgência que eu recarregue o meu mp3 para que eu sobreviva a isso tudo ainda com alguma sanidade.
Agora, falando de boa... não estou nem um pouco a fim de ir amanhã na terapia... acontece né?






►”cuz no one loves you more then me... and no one ever will.”

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Ontem?...

Ai que preguiça quando eu faço esse tipo de coisa. É certo que reclamar é uma espécie de satisfação masoquista de desejos muito escondidinhos lá nas masmorras da minha mente. Mas não sei como ainda não aprendi que eu me sinto tão melhor quando me sinto útil e eficiente.
Essa noite eu sonhei que a minha mãe e aminha irmã tinham morrido no mesmo dia em acidentes de carro diferentes. Minha mãe tinha sido atropelada duas vezes (e morrido na segunda) e a minha irmã estava num carro que bateu ou capotou muito feio. Então eu comecei a encarar a minha vida diferente, como ela teria de ser uma vez que as duas não estivessem por perto. Eu já estava pensando em como pararia de estudar e trabalhar para poder cuidar bem dos meus avós e estava pirando sem saber como tocar a construção da nova casa onde eles vão morar. Então caiu a ficha de que elas tinham morrido e que não apareceriam mais. Nessa hora eu acordei chorando com a luz do sol na minha cara. Desde então o meu dia foi um pouco bizarro. Fiquei pensando no que poderia significar o sonho, mas larguei isso para lá quando cheguei na faculdade. Mais uma vez a professora não foi, só que finalmente foi por motivo de saúde e acho que ela foi aproveitar a vida. E eu, naquela preocupação com todas as coisas que precisam ser feitas por mim, apenas repassei na minha mente varias vezes a frase “não era para você estar aqui na cantina não fazendo nada!”. Fui almoçar, voltei para a fafich, os meninos estavam alegres e falantes como sempre à minha volta, mas eu sentia crescer cada vez mais uma pressão no peito, como se respirar ficasse pesado e dolorido. Humberto traduziu o sentimento em angústia. Fomos então corrigir testes e eu me tranqüilizei uns 5%. Mas ainda havia uma sombra por trás do meu rosto, ou uma espécie de véu turvo entre mim e o mundo. Não consegui botar em palavras o real problema. Até agora não sei bem qual foi o real problema, mas será que teve alguma coisa a ver com esse sonho? Foi a conta do Humberto e o Lafa saírem do laboratório e eu comecei a chorar. Não escandalosamente ou histericamente como faço às vezes, mas o familiar nó na garganta veio fazer uma visitinha. Por fim fui para a cantina e encontrei Flor e Jonas lá matando tempo. Acabei contando para ela sobre um pensamento intrusivo que me estava incomodando: o PPBLab. E a reação dela foi tão pateticamente tranqüila que eu me senti uma idiota. Afinal, por que ficar preocupada por não saber de uma coisa e não apenas ir lá ficar sabendo? Nessa hora me lembrei do gato doSchrödinger e a brilhante conclusão do Tomaz: se você não sabe de uma coisa, você não sabe de uma coisa. Então decidi que eu preciso ir até a caixa, abri-la e ver se o gato está vivo ou não.
Depois foi trabalho. O lugar onde não preciso pensar. Essas duas horas e meia por dia em que passo no trabalho se tornaram uma espécie de tempo mental livre de problemas, responsabilidades e lembretes. Porque falar inglês é natural e os alunos dão trabalho, mas eu gosto deles. Acho que sirvo mesmo é para dar aula a adolescentes no auge da hiperatividade. Me sinto à vontade lá.
Por fim liguei a TV, me esquecendo da angustia, do véu turvo, da boate, dos artigos que ainda preciso ler para amanhã, e fiquei assistindo aquele filminho de puro entretenimento e nenhum conteúdo de verdade: Quebrando a Banca (nome horrível, mas tradução de titulo de filme tem que ser ruim ou não é o que se propõe a ser).
É... esse foi um dia sombrio. Espero que amanhã, algumas coisas fiquem mais iluminadas.
E eu diria mais... eu diria que é por isso mesmo que estou indo dormir!



►Bye...

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Hoje, dia 30 de setembro...

Feliz aniversário para aqueles que o fazem.

Algum dia na vida, vou reparar que minha memória de gravador está começando a falhar e aí, quem sabe, eu perca uma parte de mim. Acho muito estranho ver como a minha avó já não é nada do que eu me lembro dela. Me pergunto sobre o que ela pensa quando fica parara olhando para o nada.

E aqui estou eu defendendo o peixe de meu mestre e sua pesquisa em Memória Autobiográfica. Pois é, meu mestre. Aquele que se vai para nunca mais. Por alguns dias eu tive raiva, preguiça ou sei lá o que dele... na verdade passei pelos estágios: primeiro não acreditei que ele iria. Depois, quando as evidencias ficaram claras demais, fui obrigada a entrar em desespero. Mais tarde vi que o desespero não me levava a lugar algum e então comecei a prestar atenção nas rachaduras da situação toda. Foi quando eu senti raiva. Mas agora só tenho saudade do que poderia ter sido um futuro. E saudade principalmente daquele pontinho de luz dentro de mim que me dizia que eu estava no caminho certo e me impulsionava para frente.

Agora tudo está diferente. Não tem mais certeza nenhuma pairando na minha aura. Acho mesmo que na minha aura ultimamente só rola preocupação e hipocrisia... mas tudo bem (ou está tudo bem enquanto eu ainda tiver mais que uma semana de prazo).

Vou mesmo é tirar um dia para zerar a minha lista de espera. É claro que isso não vai me dar paz ou mais horas de sono, mas se não for assim, como será que seria o ser?

Agora, outra imagem me vem à mente. E eu me pergunto como é possível eu estar tranqüila com o despovoamento atual do meu, digamos, emocional. Depois de muito tempo de sofrimento que rendeu uma grande amizade; uma já amizade que poderia render alguma coisa, mas não rendeu; e de uma amizade de amizades que acabou não rendendo nada por causa de uma outra amizade... agora eu estou, desde aquele churrasquinho duvidoso, desligada disso.

Quanto aos desafios da reconstrução de mim – pois é, o novo projeto que visa uma nova eu pelo qual eu inclusive vou mudar de nome – não me iludo em pensar que não mais o que fazer, mas me acomodei por alguns dias no que já fui capaz e, bem, não consigo estar preocupada com isso agora.

Acho que estou naquele nível ótimo de energia que fico buscando sempre. Nem muito eufórica, nem muito apática. Apenas aqui.

Minha única preocupação é o PPBLab (Laboratório Virtual de Ensino em Processos Psicológicos Básicos) – a coisa que eu criei e recebi dinheiro para criar, mas perdi o dinheiro por burrice, mas essa já é outra estória.

Bem, falando nessa estória, veja bem: eu, que trabalho no Greenwich e não ganho lá grandes coisas, consegui uma bolsa acadêmica. Yey! Até aí tudo bem. Eu iria guardar todo o dinheiro da bolsa para ultrapassar as fronteiras disso que chamamos de nosso país (de preferência atravessando algum oceano para isso). Mas eis que eu bato o carro, levo multas, furo um pneu, estaciono em carga e descarga e o carro é rebocado, mais multas... é impressão minha ou esse carro que é praticamente a solução da minha vida, está meio que empacando a mesma? Agora não tenho mais dinheiro. O pouco que eu tenho na verdade serve para pagar dívidas. E bai bai travessia de fronteiras...

Pfff...

E, infelizmente (ou não tão “in” assim), agora preciso sair de casa, pegar um engarrafamento rotineiro e assistir a aula da Linx e alimentar mais ainda as minhas duvidas sobre o meu futuro profissional... divertido não?

►Engraçado a variedade de relações estabelecidas com os vários aniversariantes de hoje. Mas é só para refletir mesmo...